Uma nova figura mitológica, a Mulher-polícia, e all the Goodfellas.

Estas merdas têm uma graça…. “In a piece called Women are not capable of understanding GoodFellas, Kyle Smith, the New York Post’s chief film critic, refers to women as “the sensitivity police” who would disapprove of the “ball-busting” that takes place throughout Martin Scorsese’s gangster classic.“, retirado daqui, é revelador de uma nova tendência que … Continuar a ler

Antropólogos, sociólogos e historiadores de todo o mundo, uni-vos.

Hoje de manhã deparei-me com um novo vídeo da Willow Smith, filha do Will Smith (actor), de que gostei a vários níveis, sendo que aquele que mais me surpreendeu, não obstante já ter lido umas coisas sobre a miúda e algumas particularidades suas, foi a independência, ou, se quisermos, a liberdade (aparente), relativamente às estéticas … Continuar a ler

“Porque é que as feministas odeiam a moda?” – Eu, feminista e licenciada em (Design de) Moda, respondo. Por mim.

Quando vi este post da Joana Barrios (“Porque é que as Feministas Odeiam a Moda?”), pensei que “ora ali estava um post parecia ter sido feito para que eu respondesse”. Claro que, entretanto, com o que tive para fazer e outros cansaços, até estive quase para não responder coisa nenhuma. Mas eis que hoje, desde … Continuar a ler

Blá, blá, blá, a mulher, blá, blá, blá, a beleza.

“Fotografei não sei quantas mulheres de todo o mundo para provar que a beleza está em toda a parte” – uma ode à diversidade, mas a beleza, pelos vistos, está sempre representada pela mulher, que serve para pouco mais que ser contemplada. É a mesma ideia que está subjacente àquela coisa de “adorar as mulheres“, … Continuar a ler

Maria Capaz, o caralho – “meu nome é Zé Pequeno”.

Estive vai-não-vai para nem dizer nada, porque há aquela teoria que defende que entre, digamos, feministas, não deve haver ataques, devemos todas suportar-nos umas às outras e tentar chegar a bom porto. Sendo isto discutível, tanto como o próprio conceito de feminismo, mesmo quando tentamos afastá-lo da ditadura do perfeccionismo e aplaudir as “bad feminists”, … Continuar a ler

Ter 40 anos, uma série – Capítulo 1: música chata e a estética intelectualizável.

Talvez ainda falemos de sapatos (no vídeo acima, Bill Murray canta Bob Dylan, nos créditos finais do filme St. Vincent; hélas, St. Vincent!) Isto de ter feito 40 anos em Março e ainda não ter explorado o assunto é quase imperdoável, mas o que é facto é que a minha vida deu tantas voltas e … Continuar a ler

Punk is still to come, my friend

  Depois de no outro dia ter partilhado a foto acima, tirada do meu feed do FB, sobre o filme – ooooooh, que novidade – “Young and Beautiful”, com a legenda: “A sério? Ainda bem que o feed me indica que para cima há histórias novas, porque para estas já não tenho paciência”, abstive-me de … Continuar a ler

This is 80 – As mulheres e o sexo. Aos 30, 40, 50, 60 e 70.

Sem mais, e celebrando os fabulosos 80 anos da Gloria Steinem, aqui vos deixo o excelente artigo do The Guardian e as magníficas respostas. Mais destes, por favor. Há vida para lá da puberdade. E muita, pelos vistos. ;) “Libidos, vibrators and men, oh my! This is what your ageing sex drive looks like Gloria Steinem’s 80th birthday declaration: … Continuar a ler

Lost in Living – emissão gratuita, hoje, Dia Internacional da Mulher

E aqui vos deixo, sem mais demoras (e um bocadinho mais cedo), o Lost in Living, filme de Mary Trunk. “Atrás da cortina doméstica da maternidade, onde o impulso criativo pode florescer ou definhar, estão 4 mulheres determinadas a tentar e conseguir. Filmado durante sete anos, Lost In Living mostra o conflito na coexistência de … Continuar a ler

Lost in Living, o filme, aqui.

Para os que me acompanham há já algum tempo, aqui ou noutros blogues, o Lost in Living não é novidade. Eis que surge, finalmente, a possibilidade de o ver, aqui, no sábado, dia 8 de Março, a partir das 0 horas (meia-noite)* ou, talvez, um pouco mais cedo. No Dia Internacional da Mulher, o 30 e … Continuar a ler